Públicas virtudes, vícios privados
Não sem certo humor e graça, verifica-se em comentários anónimos a diversos "post’s", em blogues de e sobre Nisa, que divertidos anónimo(a)s se dirigem ao Núcleo do Bloco de Esquerda de Nisa, como "o grupo da míni e do charro".
Esperançado que este tratamento jocoso se deva apenas ao bom humor das boas gentes sempre dadas à brincadeira, e não ao moralismo bacoco destilado por certo(a)s santo(a)s de pau carunchoso.
Vejamos, se a ironia calha bem e, direi mesmo, é democrática, já os moralismos de sacristia trazem consigo o bafio podre e decadente dos novos fascistoides.
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A riqueza escondida das nossas florestas
A relação de Portugal com a sua floresta é paradoxal. Por um lado, a floresta assume uma enorme importância em termos sociais, ambientais e económicos, cobrindo 38% do território nacional e representando cerca de 3% do PIB e 10% das exportações. Por outro, a incúria dos sucessivos governos tem levado a que este riquíssimo património se esvaia a um ritmo alucinante, à medida que o abandono das terras permite a sua destruição por incêndios.
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Estamos a hipotecar o futuro?
O Jornal de Nisa depois de 11 anos de publicações foi comprado por 15 mil euros pela Associação de Desenvolvimento Local. Apresentado como a "nova era da informação local" foi aproveitado em período eleitoral para fazer propaganda politica pela estranha esquerda que desgovernou a nossa terra. Nesta nova era da informação, pressuponha-se que as novas tecnologias e a Internet seriam o principal meio comunicação, no entanto é considerada actualidade na página principal uma noticia publicada no dia 3 de Maio de 2010 2010-05-03.
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Movimento Protejo considera "acto de prepotência grave" aprovação de novo transvase espanhol
“Um acto de prepotência com graves consequências para Portugal” foi como o porta-voz do movimento pelo Tejo – ProTejo, definiu a aprovação de um novo transvase em Espanha, decidida quinta-feira. Em declarações à agência Lusa, Paulo Constantino afirmou que a decisão da Comissão de Exploração espanhola do Transvase Tejo Segura de transvasar 230 hectómetros cúbicos para Múrcia e Valência “leva a que o rio esteja estrangulado em território espanhol, especialmente na sua passagem pela província de Toledo”. “O rio Tejo apresenta esta mesma imagem em Portugal”, acrescentou o dirigente, tendo afirmado ser “triste que a água que deveria correr Tejo abaixo, o faça por um transvase artificial”, o Transvase Tejo Segura.
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Parque Natural do Tejo Internacional tem apenas um vigilante da natureza
O Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI) foi classificado como área protegida desde o ano de 2000 devido à sua enorme riqueza natural, paisagística, patrimonial e cultural.
Com 26.484 hectares, esta extensa área conta apenas com um vigilante da natureza para o desempenho das funções fundamentais de fiscalização, monitorização e sensibilização ambiental, sem as quais não é possível proteger e valorizar este património natural.
A insuficiência de vigilantes da natureza no PNTI, à semelhança do que acontece em todas as áreas protegidas do país, é um convite à infracção ambiental e à degradação dos valores ambientais, paisagísticos e culturais existentes nesta área protegida.
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