Núcleo do Bloco de Esquerda Nisa

o abandono das terras permite a sua destruição por incêndios.

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Rita Calvário questiona atraso na aprovação dos planos de gestão das bacias hidrográficas

rcalvarioA Comissão Europeia enviou, no passado dia 3 de Junho, uma carta de notificação a Portugal pelo atraso na aprovação dos planos de gestão das bacias hidrográficas, o que deveria ter ocorrido até final de Dezembro de 2009, conforme estabelece a Directiva Quadro da Água, transposta pela Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro.

Portugal tem agora 2 meses para dar uma resposta satisfatória ou sofrerá um processo de infracção por parte da Comissão Europeia.

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O tango do Bloco Central

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José Sócrates disse que são precisos dois para dançar o tango e finalmente arranjou parceiro à altura. O esquerda.net mostra alguns passos da nova dança do bloco central.

 

É preciso haver problemas com obras e projectos para chamar a população a participar?

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BougainvilleaDepois das obras que se estão a levar a cabo no Largo do Boqueirão, em Nisa, em que foram abatidas cerca de meia dúzia de árvores para concretizar o projectado, os moradores revoltam-se e com razão.
Nas redes sociais foram criados vários grupos, onde as pessoas participam de forma muito activa na vida da comunidade, embora ainda sob a forma de anonimato. O PS / PSD, actualmente forças politicas da oposição, fazem sair um comunicado em conjunto que se encontra em vários estabelecimentos pedindo esclarecimentos e demarcando-se do atentado ambiental que Nisa vem sofrendo na sua mancha verde. Volta a equacionar-se o desaparecimento da emblemática “Arvore da Mentira” , toda a frente de Tílias desaparecidas e as lindas Bougainvilleas que ornamentavam as grades de ferro forjado.
Em cima da hora sai um comunicado assinado por Gabriela Tsukamoto tomando o papel de presidente do executivo em que se propõe hoje ás 18 horas prestar esclarecimentos sobre a praça, também chamada de Largo Heliodoro Salgado.
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Violação de domicílio e detenção ilegal dos jornalistas Zineb El Rhazoui e Ali Amar

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mohamed-VISexta-Feira, 4 Junho de 2010 às 5h45 da manhã. O chefe da Polícia Judiciária, e o chefe da brigada da Perfeitura de Casablanca, acompanhados de cerca de 15 oficiais e agentes da Polícia Judiciária marroquina, arrombam a porta do apartamento em Casablanca de Zineb El Rhazoui, jornalista independente e co-fundadora do Movimento Alternativo para as Liberdades Individuais (Mali) que se encontrava em companhia de Ali Amar, jornalista independente, fundador e antigo director do “Journal hebdomadaire” (proibido pelo poder marroquino no passado mês de Janeiro de 2010), e autor do livro « Mohammed VI, le grand malentendu » (Calmann-Levy 2009), obra censurada em Marrocos. Os referidos agentes da autoridade recusaram apresentar a sua identificação ou qualquer outro tipo de identificativo profissional. Também não estavam munidos de qualquer tipo de mandato de busca ou de detenção. Zineb El Rhazoui e Ali Amar não tinham anteriormente recebido qualquer convocatória ou aviso prévio.

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Candidatura do Tejo Ibérico aposta na paisagem cultural para obter nomeação

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foto_tiago_mouraA candidatura do Tejo Ibérico a Património Mundial da Humanidade vai fazer-se no conceito de paisagem cultural, o que os promotores consideram dar maior sustentabilidade a um processo iniciado há quatro anos.

É este novo enquadramento da candidatura que está em destaque na apresentação que a Tagus Universalis, associação criada especificamente para este fim, fez no hoje na Sociedade de Geografia de Lisboa perante um conjunto de identidades que podem dar impulso ao projeto, disse à Lusa um dos seus dirigentes.

Carlos Salgado, presidente da Associação Amigos do Tejo, que com a espanhola Tajo Sostenible criaram a Tagus Universalis, disse à Lusa que a formalização da associação, em 2009, e a eleição do almirante José Bastos Saldanha para seu presidente vieram dar "uma nova dinâmica e sustentabilidade" ao projeto.

Santarém, 25 Mai (Lusa)

 


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Lixo, ervas  crescem nos passeios, sujidade, imagem de desleixo e abandono é a que apresenta a Praça da República e o jardim dito público.Há quatro anos atrás, em ano de eleições, a preocupação camarária era bem diferente. Em vésperas da chegada dos nossos emigrantes e da Feira de Artesanato e Gastronomia, os trabalhadores de empresa contratada e da própria Câmara, andavam em grande azáfama, plantando flores para comporem os canteiros até aí desertos e sem réstia de verdura. Nessa altura, não se olhou a meios - humanos e financeiros - para que a Praça da República, a nossa "sala de visitas", apresentasse um ar moderno e europeu.
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