Na sequência do email apelando participação:
Julgo que mais do que textos de opinião se pretendem textos polémicos que possam trazer troca de ideias entre os aderentes e / ou simpatizantes do Bloco ou simplesmente pessoas que circunstancialmente passem pelo blog. Assim, resolvi começar com este texto que julgo adequado a abrir uma discussão necessária entre nós, apesar de alguns exageros que o texto possa conter, o importante é falarmos dos assuntos, de todos os assuntos, mesmo aqueles que ponham em causa as nossas mais arreigadas convicções sem tabus ou censura, pois só assim poderemos evoluir humana e politicamente.
Inicio a construção deste exercício de estilo sem saber muito bem o que lhe vai acontecer, o mais provavel á que findo vá jazer nesse cemitério de textos mortos que é o meu blogue. No entanto experienciemos opinar. Jaime Crespo
A palavra Cidadania, não passa neste País, de uma questão meramente formal da sua Constituição, na prática reduz-se ao que o povo apoda de “verbo de encher”, ou seja, é mais uma daquelas palavras que ficam muito bem a ilustrar os discursos em dadas ocasiões, por exemplo, nas cerimónias de Implantação da República e nas comemorações oficiais do 25 de Abril, quanto ao demais é um perfeito vazio.



Na Extremadura fica uma das mais antigas centrais nucleares de Espanha, refrigerada pelo rio Tejo. Nas vésperas da Cimeira de Copenhaga, onde vão estar em debate formas de travar as emissões de CO2, o DN foi saber como é a vida em torno de uma central nuclear. Fonte indispensável de emprego, de energia barata e não poluente, Almaraz tem amigos e inimigos de todos os tipos












