O Jornal de Nisa depois de 11 anos de publicações foi comprado por 15 mil euros pela Associação de Desenvolvimento Local. Apresentado como a "nova era da informação local" foi aproveitado em perÃodo eleitoral para fazer propaganda politica pela estranha esquerda que desgovernou a nossa terra. Nesta nova era da informação, pressuponha-se que as novas tecnologias e a Internet seriam o principal meio comunicação, no entanto é considerada actualidade na página principal uma noticia publicada no dia 3 de Maio de 2010  2010-05-03.
No dia 28 de Julho de 2009 escrevi o seguinte:
Estamos a hipotecar o futuro?
De 31 de Julho a 04 de Agosto de 2009 realiza-se o certame "Nisa Artes". Este vai ser um acontecimento bastante importante para o Concelho de Nisa, visto promover as artes e produtos tradicionais, assim como a gastronomia e as actividades económicas. Esta é a semana em que a economia local leva com uma "lufada de ar fresco". Há alegria e espelha-se felicidade, o divertimento espalha-se pela vila de Nisa. Mas cuidado! Um evento desta natureza tem custos associados.Assim, surgem imensas questões, que merecem resposta: Quanto? Será que este investimento está dentro das possibilidades financeiras da nossa Câmara? Qual o valor do financiamento realizado? Quantos artistas da nossa região participam neste evento? Qual o valor pago pela actuação do João Pedro Pais, Alcoolémia, Ana Moura, Neguinho da Beija Flor, Orishas, Rita Redshoes, José Cid, Makongo, Patrice e Diapasão?
Um cartaz baseado em artistas da nossa região e dentro das possibilidades da nossa terra, seria sim, uma mais valia para a região. Claro que é necessário atrair as pessoas com artistas de renome nacional, mas de uma forma responsável, algo que não se verifica no cartaz do corrente ano.
Mais pergunto, quanto custou a obra da Joana Vasconcelos? Que vergonha! Compromete-se assim o futuro com extravagâncias desnecessárias. Não seria melhor realizar esta obra com um custo inferior?
Uma breve observação: a nova era da informação local não publica uma notÃcia desde o dia 29 de Junho de 2009. Será esta uma situação permanente?
Opinião Tiago Moura
23.07.2010
Em tempos eleitorais temos tudo, agora não temos nada!
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