Até ao dia 13 de Agosto deste ano já arderam perto de 19 mil hectares de floresta em áreas protegidas, o equivalente aos 20 mil hectares ardidos no ano trágico de 2005.Até ao dia 13 de Agosto deste ano já arderam perto de 19 mil hectares de floresta em áreas protegidas, o equivalente aos 20 mil hectares ardidos no ano trágico de 2005.
Se as condições climatéricas continuarem favoráveis aos incêndios, poderemos facilmente atingir os valores do pior ano de sempre, o ano de 2003, em que arderam 28 mil hectares, cerca de ¼ do total de área protegida queimada deste 1992.
Perante este cenário, e de mais uma vez o único Parque Nacional do país, o da Peneda-Gêres, estar a ser fustigado pelas chamas, a Ministra do Ambiente acha que "as coisas estão a correr bem". Condiz com o Governo a que pertence, que pinta o país cor-de-rosa mesmo quando está em cor de fogo.



Artigos de Opinião
Não sem certo humor e graça, verifica-se em comentários anónimos a diversos "post’s", em blogues de e sobre Nisa, que divertidos anónimo(a)s se dirigem ao Núcleo do Bloco de Esquerda de Nisa, como "o grupo da míni e do charro".
A relação de Portugal com a sua floresta é paradoxal. Por um lado, a floresta assume uma enorme importância em termos sociais, ambientais e económicos, cobrindo 38% do território nacional e representando cerca de 3% do PIB e 10% das exportações. Por outro, a incúria dos sucessivos governos tem levado a que este riquíssimo património se esvaia a um ritmo alucinante, à medida que o abandono das terras permite a sua destruição por incêndios.
Como neste país já nada me espanta, contém no entanto, tanto a intenção da moção de censura como o texto ser apresentado pelo Dr. Basso e por um papelucho distribuído à população como sendo da lavra da Renovação Comunista.









